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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

[FEEDBACK] Cute Queen Store


Gosto de pensar nesse blog como uma forma de guardar os feedbacks de lojas que eu costumo comprar, num formato que considero mais atrativo tanto para mim (que detesto enrolação em vídeo pra saber se algo é bom ou não) quanto pra loja (muita gente ainda busca avaliações no Google, e ter resultados relevantes ajuda). 

Uma das lojas que mais gosto é a Cute Queen Store - e vocês vão saber os motivos AGORA.

1 - Alternativas para fazer a compra: Quem quer aproveitar o frete grátis da Shopee tem acesso à loja virtual  da Cute Queen. E quem preferir fazer a compra direta, sem a comissão de 18% da plataforma, pode falar diretamente com a Kau, que é amável e responde rápido (na medida do possível, nesses tempos).

2 - Variedade e adaptação: Tem acessório pra tudo quanto é estética, desde lacinhos pra quem gosta de uma vibe mais 'dark' quanto pra quem é fã da cultura Kawaii. 

E, ponto bastante importante: há opções de alteração nos brincos para quem tem alergias, como ganchos de silicone para quem tem alergia a níquel, e fechos de pressão ao invés de tarraxas.

3 - Cuidado com as encomendas: Parece algo básico, mas nada pior do que coisas soltas dentro da caixa correndo o risco de quebrarem. Não aconteceu com meu pedido.

Já fiz pelo menos quatro pedidos e nunca me decepcionei - o mais recente foi uma caixa com vários itens. Eu e Kau passamos alguns momentos de tensão com a caixa presa no centro operacional da Jadlog lá em Lauro de Freitas, mas tudo deu certo. 


Essas foram minhas compras. A Kau me mandou uma pulseirinha de flores de brinde. Algumas coisas vieram faltando, mas chegaram na remessa seguinte sem problemas. Coisas de fim do ano, que não comprometem a avaliação. Ela está bastante acessível no perfil da loja.

Alguns preços: Colar soco inglês ou gilete: R$15 / Presilhas de borboleta: R$ 8 pacote com R$ 10 / Brinco Lolita: R$ 22 / Pulseira personalizada: R$ 8 

Obrigada e até a próxima!





terça-feira, 12 de outubro de 2021

[FEEDBACK] Loja Festival

Recentemente, comprei duas bolsas para usar em Lolita na Loja Festival.

O empreendimento é de uma moça que atende por Nina, que faz as bolsas à mão no processo que quem não é idoso como eu conhece como 'slow fashion'.

Segundo Nina, a intenção é fazer o comprador se sentir 'como se estivesse em um festival'.

Será que eu me senti assim?



Nina me manteve informada de todas as etapas de produção, e facilitou o pagamento pra mim.

As bolsas foram enviadas e chegaram no prazo prometido. Como se trata de uma produção totalmente artesanal, o tempo de confecção é mais longo, mas dentro do esperado para esse tipo de arte.

Dá para perceber que é um trabalho com personalidade, tem a marca da artesã. Cabem: álcool gel + celular + carteira pequena + chaves + cartões do metrô e do ônibus.

Veio com bilhete de agradecimento, nota sobre os cuidados a ter com a bolsa, e um chaveiro que foi bastante útil pra colocar a chave do cadeado da academia.

Paguei R$ 100 nas duas bolsas já incluindo o frete.

Obrigada, Nina!



quinta-feira, 4 de junho de 2020

#VidasNegrasImportam: lojas para comprar e apoiar



Na terça-feira (02), perfis de Instagram do mundo inteiro levantaram as hashtags "#blacklivesmatter" e "#blackouttuesday". Ao postarem apenas uma imagem em tom de preto objetivo era chamar a atenção para a luta anti-racista, sobretudo com a morte de George Floyd, homem negro morto por asfixia pelas mãos de um policial branco em Minneapolis (EUA), mesmo avisando que não conseguia respirar. George foi acusado de usar notas falsas para ir comprar cigarro num supermercado. Na história recente do Brasil, aconteceram crimes igualmente bárbaros, como a morte de João Pedro, um menino que foi alvejado em casa durante a pandemia.

Como mulher negra, acredito que mais do que aderir a uma campanha de rede social, é preciso dar voz e vez aos nossos. Nasci em um bairro periférico de Salvador, e se havia uma coisa que minha mãe temia, era a abordagem da polícia, principalmente com meu irmão mais novo. Ela sempre chorou quando via um jovem negro apanhando dos "omi". Quanto a mim, fui rechaçada por uma ex-sogra pela minha cor de pele (e isso porque não sou retinta - quem é, sabe que a coisa fica ainda mais feia), tive oportunidades de emprego negadas e sempre fui seguida por seguranças durante minhas compras no shopping.

Inspirada numa campanha de "lojas de gente negra" que vi no Instagram, pensei: por que não fazer uma coisa brazuca? Então, cá está minha pequena lista de gente negra que eu admiro e faz um trampo daora. Todas as fotos foram pegas nos respectivos perfis das lojas, então os créditos pertencem a cada uma das pessoas citadas aqui.

1 - Usagi Box, por Thai Ramos | Essa menina mora na Ilha de Vera Cruz, pertinho daqui de Salvador. Produz bijuterias e acessórios em geral feitos em porcelana fria. O trabalho dela é muito cuidadoso e delicado, totalmente personalizado. Faz frete por carta registrada até sete itens. Fortaleça o trabalho dela aqui.

Brincos feitos pela Thai

2 - Cutiepie Store, por Ediana Parnow | Do outro lado do país, em Porto Alegre (RS), a cosplayer e modelo plus size produz camisetas personalizadas, onesies (uma espécie de body mais fechado), e roupas do universo kawaii em geral. Fortaleça o trabalho dela aqui.

Conjunto de cropped e saia feito por Ediana

3 - Bahia Harajuku Mode, por Alane Dias | Também daqui da Bahia, a moça amante de gatos vive do seu trabalho como cosmaker. Também estiliza perucas e importa roupas e acessórios da Moda Lolita. Planeja se aventurar fazendo as próprias peças. Fortaleça o trabalho dela aqui.

Peruca estilizada inspirada em Melanie Martinez por Alane


4 - Studio 7 - Arte e Design, por Ana Carolina Santos | Nori, como Ana se identifica, trabalha na área da arquitetura e design. Oferece mídia kits variados para blogueiras, conteúdo de marketing digital e produtos importados por encomenda. Fortaleça o trabalho dela aqui.

Arte feita pela designer Nori. A propósito, cuidem-se!


Como eu ainda estou fazendo um levantamento das lojas alternativas para o meu TCC, a lista é pequenininha assim mesmo. Mas, com o passar do tempo, com certeza posso (e desejo) aumentá-la. Conhece o trabalho de alguma pessoa negra e quer enaltecê-lo? Conta pra mim!